quarta-feira, 8 de julho de 2015

TEATRO - 8º ANO - 1º BIMESTRE

O GESTO NO TEATRO

Gesto é uma palavra que vem do latim lat. géstus,us' e significa movimento, atitude, gesto, gesticulação, esgar, visagem, careta. É uma ação corporal visível e voluntária, pela qual um determinado significado é transmitido.

O gesto é uma forma de comunicação não-verbal de um indivíduo que possuiu uma grande expressividade permitindo expressar uma variedade de sentimentos e pensamentos. É feito com uma ou mais partes do corpo, às vezes usando o corpo inteiro, mãos, braços e expressões fisionômicas. Acontece sem ou com a combinação de uma comunicação verbal podendo dar mais força à fala, ou mesmo substituí-la.

"O homem é um ser em movimento e, ao mover-se, põe em funcionamento formas de expressão completas e complexas. [...]. A expressão gestual serve tanto a intenção cognitiva, expressiva ou descritiva, quanto a referências de ordem afetiva."(Rector & Trinta, 1993, p. 21)


http://psicolinguistica.letras.ufmg.br/wiki/index.php/Gesto


Sistema Stanislavski

O sistema surgiu como resultado das dúvidas que o jovem Stanislavski tinha em relação ao trabalho apresentado por grandes actores do seu tempo, e a quem admirava, como Maria Yermolova e Tommaso Salvini. Esses atores pareciam operar num padrão distinto de todos os demais e, ainda assim, pareciam estar subordinados a momentos de inspiração, quando atuavam, ao passo que em outras seus desempenhos pareciam apenas razoáveis ou meramente precisos.

Stanislavski considerava a atuação de Yermolova como o ápice da arte cênica. Então, passou sua vida a sistematizar um conjunto de regras, diretrizes e exercícios que pudessem dar a qualquer ator o "instrumento" com o qual pudesse atuar de forma melhor possível, além de conseguir o total controle físico sobre si mesmo.


Constantin Stanislavski chegou à conclusão de que o ator deve parecer o mais possível com a vida real. Quando papel e ator estão conectados, o papel ganha vida - e o que se faz necessário é constituir uma técnica capaz de possibilitar que isto sempre ocorra. Para tanto, ensinava que: Esqueça de tudo, deixe fluir, mas lembrem-se: isto pode acontecer algumas vezes em sua carreira, ou mesmo nunca. O que existe é técnica. Todo o resto depende da forma (particular) com que você atua. Isso certamente depende de como o actor se aproxima do seu papel, do quanto "ama" o seu papel.

Embora Stanislavski não tenha sido o primeiro em sistematizar a forma de atuação (a Era Vitoriana foi profícua em livros para atores), foi sem dúvida o primeiro a relacionar à arte sua significação psicológica - na verdade começou a fazê-lo antes mesmo de a psicologia ser melhor compreendida e formalizada como ciência. Desde sua criação, seu sistema influenciou profundamente a arte teatral, e seu criador nunca abandonou a visão sobre o desempenho realístico junto ao amor pela arte.

O Sistema consiste num método complexo para produzir a atuação realística; a maioria dos bons atores atuais (quer do teatro, cinema ou televisão) devem a este aprendizado parte do sucesso que alcançam. Usando o Sistema, uma actor é levado a proceder a uma profunda análise de si mesmo, bem como ao conhecimento do seu personagem. O actor é levado a descobrir os objetivos do personagem a cada cena, dentro do objetivo-geral da peça inteira.

Uma forma de se conseguir isto era o "segredo" de Stanislavski. Exigia que os actores fizessem inúmeras perguntas sobre seu personagem. Por exemplo, uma das primeiras perguntas que o actor deve fazer, antes de atuar, é: O que eu faria, se estivesse na mesma situação que o meu personagem?





JOGOS TEATRAIS

Spolin (2007, apud SANTOS e FARIA, 2010, p. 5-6) pontua vários tipos de jogos que podem contribuir para a aprendizagem, pois ajudam a desenvolver habilidades de forma mais descontraída, permitindo a interação de todos. Vejamos alguns tipos de jogos que podem ser utilizados facilmente no ambiente escolar, conforme descritos a seguir:

Jogos de aquecimento: o aquecimento é necessário antes das oficinas, como também são úteis ao final de oficinas de baixa energia para revigorar os jogadores. Os jogos de aquecimento focam a interação do grupo.

Jogos de movimentos: esses jogos permitem a exploração do ambiente, a liberação de gestos e de energia. Com isso a liberação do pensamento e das ideias ocorre pela necessidade de criar movimentos e gestos. “As caminhadas no espaço estendem esta exploração, dando aos alunos a chance de se movimentar e explorar o espaço familiar da sala de aula, proporcionando um novo imediatismo ao espaço.” Spolin (2007, apud SANTOS e FARIA, 2010, p. 5).

Jogos de transformação: esses jogos tornam o invisível visível. Os jogadores devem criar os objetos, coisas ou personagens e jogar com eles, de maneira criativa e de improviso, porém com bastantes detalhes para que a plateia identifique em seus gestos ou ações do que se trata aquele jogo. Com isso, tanto os jogadores como a plateia experimentam o despertar do intuitivo “Quando o invisível se torna visível, temos a magia teatral!” Spolin (2007, apud SANTOS e FARIA, 2010, p. 5).

Jogos sensoriais: sugerem uma nova consciência sensorial e a concentração a fim de compreender claramente o que ouve, pois pode ser pedido a um jogador, que o demonstre através de ações, gestos, desenhos, textos o que ouviu, sem que tenha tempo para pensar nele.

Jogos com parte de um todo: quando o jogador entende que é uma parte de um todo, torna-se responsável pela resolução daquele problema, apoiando o outro e partilhando suas respostas. “Um jogador com corpo, mente e intuição em uníssono, com alto nível de energia pessoal, conecta-se com os parceiros no esforço de quebrar limitações.” Spolin (2007, apud SANTOS e FARIA, 2010, p. 6).

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado
http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/42592/arte-na-educacao-jogos-teatrais#ixzz3fK3Vqd42


ATIVIDADES

Com base no verbo "empurrar, crie com os alunos diferentes situações de experimentação corporal que envolvam a noção de energia, de esforço, de graus de força física.

* O que estou empurrando?
  • Exploração individual: empurrar objetos de tamanhos, formas, pesos diferentes (mesa, cadeira, cesto de lixo, caixa com livros); empurrá-los devagar, fazendo-os deslizar regularmente, intempestivamente, acelerando, afrouxando, controlando a energia utilizada; empurrá-los à frente com os dois braços (dobrados, esticados), só com uma mão, com um ombro, com um joelho, com as costas, etc.; empurrá-los em linha reta, em zigue-zague, seguindo um desenho no chão, subindo um plano inclinado;
  • exploração em dupla: empurrar os objetos juntos, na mesma direção, com o mesmo ritmo, mudando de ponto de apoio (um em cima, outro em baixo; um à direita, outro à esquerda), variando e combinando as posições do corpo, os jogos das pernas, dos braços, as flexões dos joelhos, as torções, os equilíbrios;
  • exploração do real ao imaginário (individual ou em dupla): empurrar uma caixa muito leve (caixa real, de sapato, por exemplo), como se fosse muito pesada (imaginário); empurrar uma cadeira (real), como se fosse um cavalo (ou um elefante, uma vaca) que não quisesse andar (imaginário); empurrar uma mesa (real), como se fosse um carro atolado (imaginário).
Cada uma dessas situações pode ser explorada, também, com os verbos "puxar" e "trazer".


LINGUAGENS ARTÍSTICAS- 8º ANO

 NOVOS CONCEITOS NAS ARTES VISUAIS

As Artes Visuais envolvem diversos recursos e formas de expressão. Por meio de desenhos, pinturas, gravuras, esculturas e colagens, utilizando papel, tinta, gesso, argila, madeira e metais, filmadoras, máquinas fotográficas, programas de computador e outras ferramentas tecnológicas, o artista busca representar o mundo real ou o seu imaginário. 

Novas formas de arte são introduzidas a partir dos anos 1960, fazendo com que a nossa visão de arte se ampliasse nas possibilidades de criação e expressão.

1- Instalação

Uma instalação (krafts) é uma manifestação artística contemporânea composta por elementos organizados em um ambiente. Ela pode ter um caráter efêmero (só "existir" na hora da exposição) ou pode ser desmontada e recriada em outro local. Diferentemente do que ocorre tradicionalmente com as esculturas ou pinturas, a mão do artista não está presente na obra como um item notável.

Uma instalação pode ser multimídia e provocar sensações: táteis, térmicas, odoríficas, auditivas, visuais entre outras.

O termo instalação foi incorporado ao vocabulário das artes visuais na década de 1960. No início do século XXI a instalação mantém-se como um gênero importante e muito difundido. Em virtude da sua flexibilidade e variedade, a sua conceituação tornou-se mais geral do que específica. Desde a década 1980, a voga da instalação leva ao uso e abuso desse gênero de arte em todo o mundo, o que torna impossível cobrir a produção recente.

Exemplos de instalações:
Sakir Gökçebag - Holanda


Sakir Gökçebag


Instalação em Melbourne, Austrália

Obra está exposta no Museu Nacional de Cingapura. (Foto:Reuters)

Thomas Hirschhorn (Berna,1957)



Escultura em Camadas - Instalação

Guto Lacaz - Auditório para Questões Delicadas (1989)












Elida Tessler - Você me dá sua palavra? (2004)

"Você me Dá a Sua Palavra?" conta com 5.316 prendedores de roupa
manuscritos por diversas pessoas









2- Performance

A palavra performance foi emprestada do inglês à língua portuguesa recentemente e pode ser considerada uma forma de estrangeirismo. A expressão é utilizada com maior frequência no campo artístico. Geralmente, serve para análises de apresentações como malabarismo, mímica, mágica, teatro, canto e dança, em referência aos performers. Nos EUA, durante o século XX, há o surgimento de um gênero de arte chamado Performance Art, resultante da síntese do teatro, cinema, dança, poesia, música e artes plásticas.

Ainda no campo das artes, as performances são divididas da seguinte forma: musicais (concerto e recital) e teatrais (teatro musical, dança moderna, ballet, operetta, ópera e teatro). Ainda podem ser caracterizadas como mágica, leitura de poesia, arte viva, performance arte, apresentações circenses e leituras de histórias.

No Brasil, o pioneiro a realizar performances foi Flávio de Carvalho, representante do Movimento Modernista interessado pelo experimental. Uma de suas performances mais polêmicas foi quando começou a andar no sentido contrário de uma procissão de Corpus Christi. Na ocasião, ele vestia uma boina verde e uma blusa de manga curta. Sua ação perturbou os integrantes da procissão, que quase o lincharam. O artista acabou na delegacia pelo episódio.

Outra de suas apresentações ocorreu no centro histórico da cidade de São Paulo. Flávio de Carvalho saiu de seu ateliê e começou a caminhar pelas ruas da região central com uma saia verde, uma meia arrastão, blusa de mangas curtas e sandálias de couro. Com isso, queria mostrar que esta seria a forma mais adequada de se vestir no Brasil, país com clima tropical. Além disso, era uma forma do artista criticar a moda que vinha da Europa, onde o clima é frio.

Existem casos em que a performance arte é extrema. Chris Burden, artista norteamericano, chegou a rastejar por um piso lotado de cacos de vidro, foi crucificado em cima de um automóvel e levou tiros em suas apresentações.

Exemplos de performances:

Tony Orrico - Spirograph

Festival Internacional de Arte Performance

Desvio Coletivo - Cegos

Andrey Bartenev



Michel Groisman - Transferência (1999)








3- Objeto

Se levarmos em conta a origem da palavra arte ("ars" significa técnica ou habilidade), é curioso notar que há uma contradição: muitos artistas não expressam suas idéias através de uma habilidade técnica. Apesar de, muitas vezes, possuírem tais habilidades, estão preocupados em discutir outras questões, provocar outras reflexões.

Em 1913, momento das vanguardas européias, Marcel Duchamp propôs obras chamadas "ready-made", feitas a partir de objetos do dia-a-dia. O que ele fazia era apresentar esses objetos de forma descontextualizada e sem a possibilidade de serem utilizados. Por exemplo: um mictório no meio de uma sala, sem encanamento.
Roda de Bicicleta - 1913

A Fonte - 1917


Com essa "provocação", Duchamp chamou a atenção para a arte produzida naquele momento. Ela não seria mais uma representação do real, como um retrato. Ela seria a própria realidade.

Quem decide o que é obra de arte
O objeto de arte não representa algo, mas ele é algo. Mesmo se o artista não tiver fabricado os elementos que compõem sua obra. Duchamp também questionava o conceito de arte como associado a um ideal de belo e à crítica de arte.

Exemplos de arte objeto:
Salvador Dali

Meret Oppenheim

Arman







terça-feira, 7 de julho de 2015

TEATRO E RUPTURA - 8º ANO

O CONTEXTO HISTÓRICO DAS 
RUPTURAS CÊNICAS

Olhando o passado, no percurso cronológico linear da história do teatro, por volta de 1916, com o surgimento do dadaísmo, um movimento radical e anarquista, começa a acontecer uma aposta na desconstrução da realidade por meio de curtas atuações que põem em causa os fundamentos do teatro e das artes em geral.

* Para pesquisar sobre o Dadaísmo, alguns sites:

  • http://www.carcasse.com/revista/flanerie/dadaismo/
  • http://pt.slideshare.net/ivofernandes5243/dadaismo-15738232
  • http://www.historiadaarte.com.br/linha/dadaismo.html
  • http://www.caleidoscopio.art.br/cultural/artes-plasticas/vanguardas-artisticas/dadaismo-zurique.html


A escola alemã Bauhaus (1919-1933), inventa adereços, máscaras e máquinas de cena que trazem novas concepções ao teatro, privilegiando a dança e a arquitetura. A cenografia é o elemento mais explorado pelo teatro da Bauhaus, tendo como referência as propostas de Oskar Schlemmer. 

Oskar Schlemmer


Teatro Bauhaus





Reconstituição do Ballet Triádico de Oskar Schlemmer -Bauhaus (1919-1933)Centro Universitário Senac (2013)


Croquis do figurino do teatro Bauhaus



Chega, então, Antonin Artaud, com transformações impactantes para a cena teatral, propondo o que se chama de teatro da crueldade. Um teatro marcado pela interação entre atores e espectadores, esmaecendo a divisão estanque entre palco e plateia, e centrado na crítica à racionalidade, não somente do teatro, mas da própria sociedade ocidental. Para Artaud, o teatro, como a peste, tem a capacidade de manifestar o fundo de crueldade latente nas almas humanas. Em 1935, conclui o livro O teatro e seu duplo, uma das obras mais importantes do teatro no século XX, em que apresenta suas ideias revolucionárias sobre a potência ritualísticas e espiritual do teatro.

Antonin Artaud


O dadaísmo hiberna até que, em 1955, é criado o teatro Happening pelo polonês Tadeusz Kantor. O primeiro ato dessa forma de teatro é o Cricotage, espetáculo em um café em que o autor introduz 14 atividades, entre elas, comer, fazer a barba, transportar carvão, ficar sentado etc. Durante o happening, todas essas atividades são desprovidas das suas funções práticas e cada uma está condenada a desenvolver-se única e exclusivamente em função de si própria.

Teatro Happening (1967) - Tadeusz Kantor




A Balsa do Medusa - Théodore Géricault
4,9 m x 7,2 m - Óleo sobre tela (1818–1819)


A relação entre o dramaturgo Samuel Beckett e o artista Bruce Nauman também deixa história. Após se afastar da pintura em 1966, Nauman introduz uma reflexão sobre a relação entre o espaço plástico e a cenografia. O seu interesse pela obra de Beckett (autor de À espera de Godot) conduz a uma nova apreensão do espaço e da consciência moral do artista. Desse interesse, a instalação Shit on your hat - Head on a chair e o vídeo Violent Incident são referências históricas.

Shit on your hat - Head on a chair
Bruce Nauman


Os anos 1970 são sinônimo de vanguardas, revoluções, reviravoltas na arte. O happening com o exacerbar das questões humanas e sociais é um acontecimento. O nome reverenciado dessa corrente é o Living Theatre.




Quanto à arte da performance como linguagem artística, temos seu aparecimento no futurismo e no dadaísmo. Sua atividade se estende por ações de Marcel Duchamp, John Cage, Grupo Fluxus, entre outros. Com as denominações performance, happening, body art ou art corporel, é intensa de 1960 até cerca de 1975, representada sobretudo por Alan Kaprow, Wolf Vostell, Michel Journiac, David, Oppenheim, Vito Acconci, Gina Pane, Chris Burden, Gilbert and George, Nitch, Maccheroni. Nas décadas de 1980 e 1990, a performance está sempre presente nas obras de Joseph Beuys, Daniel Buren, Ben d'Armagnac, Grupo General Idea, Tom Scherman, Ulay e Marina Abramovic, entre outros. A partir de 1990, Renato Cohen, o Grupo Kitchen (de Nova Iorque), Guillermo Gómez-Peña (desde os anos 1980), Roberto Sifuentes, Ulrike Rosenbach (desde os anos 1970), Regina Frank e o Grupo de Pesquisa Corpos Informáticos são artistas que mexem, remexem e teorizam sobre arte performática.

Marina Abramovic



http://www.hypeness.com.br/2013/02/performance-de-artista-acaba-num-emocionante-reencontro/

A performance como expressão artística nasce do encontro de artistas, como poetas, músicos, artistas plásticos, atores e dançarinos, e tem como características ser realizada:


  • em grupo ou em solo;
  • com luz, música ou efeitos visuais feitos pelo artista ou em colaboração;
  • em galerias, museus ou espaços alternativos; 
  • raramente seguindo uma narrativa (porém, segue um script);
  • em alguns minutos ou muitas horas;
  • de maneira espontânea e improvisada ou repetida muitas vezes;
  • tendo o performer como o artista. Sua presença é o elemento diferenciador de outras formas artísticas.
Atualmente, expressões tão diversas quanto as da performance, das artes visuais, da dança, da música, do cinema e do vídeo são incorporados ao palco dramático como signos teatrais, apontando para um teatro pós-dramático. Ou seja, as incorporações de expressões que reverberam e dialogam entre si, perpassando o happening, as intervenções cênicas e as criações híbridas, tornam possível um modo de teatro que se enxerga enquanto prática específica, autônoma, de uma cena não comandada ou alicerçada pelo texto dramatúrgico, como no teatro tradicional.

* A partir do texto, responda as questões abaixo:

  1. Em 1916, com o surgimento do dadaísmo, o que começa a acontecer pondo em causa os fundamentos do teatro e das artes em geral?
  2. Na escola Bauhaus (1919-1933), qual é o elemento mais explorado pelo teatro e quais as suas referências?
  3. Qual a proposta teatral de Antonin Artaud?
  4. Como é marcado o teatro proposto por Antonin Artaud e o que manifesta?
  5. Na primeira manifestação de Happening, no Cricotage, como acontece o espetáculo?
  6. Nos anos 1970, qual a função principal dos happenings?
  7. Quanto às performances, cite os nomes dos artistas que a utilizam como linguagem principal em suas apresentações.
  8. Dê as características da performance. Ela pode ser realizada...
  9. A performance com as artes visuais, a dança, a música, cinema e vídeo, como expressões podem ser incorporadas a que tipo de palco e apontam para quê?
  10. O que se torna possível no diálogo entre o happening, as intervenções cênicas e as criações híbridas?
(Reponda em papel almaço e entregue na data solicitada pela professora)