domingo, 15 de setembro de 2013

Exposição Colagens de Silvio Alvarez na Galeria do Rock 
Collage sobre MDF – 150 x 150 cm – 2013

Arte e conscientização ambiental


Collage sobre MDF - 150 x 150 cm - 2013
Collage sobre MDF – 150 x 150 cm – 2013
De 1° a 11 de outubro – de segunda à sexta das 10 às 18h30 e aos sábados das 10h00 às 18h00 – a Galeria do Rock recebe uma exposição de colagens de Silvio Alvarez, com entrada Catraca Livre.
O artista desenvolve projetos especiais na área de sustentabilidade e realiza oficinas para públicos de todas as faixas etárias, nas quais, de forma lúdica, busca estimular a reciclagem e ressaltar o potencial criativo presente em cada um. Silvio defende o conceito do emprego da colagem como ferramenta didática de conscientização ambiental.
Nas exposições Colagens de Silvio Alvarez de 2013, destaque para a releitura em collage do painel central do tríptico “O Jardim das Delícias Terrenas”, de Hieronymus Bosch.

SERVIÇO


Link:

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O Descaso pela Arte



Almandrade, autor

"Na época atual, a fatalidade de toda e qualquer arte é ser contaminada pela inverdade da totalidade dominadora." (Adorno)

A arte como um trabalho intelectual que amplia a experiência que o homem tem do real e do imaginário, se opõe ao trabalho alienante da sociedade moderna. Por outro lado, no meio de arte convivem compromissos e interesses alheios à própria arte; suas condições de produção se encontram dentro de um campo social e político, sujeito a um conjunto de pressões. O Estado, os patrocinadores e o mercado, visando interesses imediatos, privilegiam, muitas vezes, artistas cujas obras pouco acrescentam ao mundo da inteligência.

No espetáculo montado pela política, tudo se confunde, tudo passa pela ideologia do poder e pela estética do espetáculo, como: a educação, a economia, a ecologia e os discursos políticos. Nesse palco, a cultura foi relegada a uma coisa mundana, uma espécie de conhecimento ornamental que serve à mídia e ao jogo social; a arte perdeu sua singularidade e suas qualidades que a colocavam acima das banalidades do cotidiano, deixando de ser o olhar que interroga, que transforma cores, texturas, formas, experiências sensoriais em meio de conhecimento. Nesta relação cultura e poder, insere-se a "crise da arte", onde o poder tem prevalecido diante da pesquisa estética.

Enquanto trabalhos que têm alguma importância pela pesquisa neles investidos, passam despercebidos trabalhos diluidores da informação, reproduções de clichês divulgados pela mídia são celebrados pelos consumidores de decorações e divertimentos culturais. Uma sociedade sem demandas culturais acaba fazendo da arte uma atividade menor. O cotidiano da política e da economia faz o discurso que se infiltra em todos os espaços, expulsando a cultura para a periferia dos interesses da cidadania. Os artistas, que mesmo sem construírem uma obra, tem os seus reconhecimentos garantidos pela indústria da publicidade, se sobrepõem àqueles que tem uma vida dedicada à pesquisa e ao trabalho de edificar uma linguagem, contribuindo para a demolição da ética e do pensamento crítico.

Sem uma consciência crítica e sem uma convicção ética, artistas, críticos, intelectuais, administradores culturais inventados pela mídia e pelo poder político tomam posição e decidem contra a autonomia e a independência do trabalho de arte. Promovem e divulgam os bens culturais em proveito próprio, para se sustentarem de forma privilegiada numa relação de poder. – Nada mais paradoxal, por exemplo, do que essas leis de incentivo a cultura. Por que incentivar a cultura se ela é um componente essencial para o enriquecimento da sociedade? Antes de ser uma questão de lei, a cultura é uma questão de sensibilidade e de cidadania.

Há um desinteresse geral pela cultura que ocupa um lugar cada vez menos importante nos discursos do cotidiano. Para ser artista, antes de mais nada, é preciso um tráfego de influências pessoais, acesso à mídia e aos patrocinadores, que fazem da arte um produto incapaz de atribuir um sentido à existência da sociedade. E quem realmente patrocina a arte? – "Os contribuintes pagam aquilo que as empresas recuperam através de isenções fiscais pelas suas doações, e somos nós que verdadeiramente subvencionamos a propaganda." (Hans Haacke). Numa sociedade comandada pela economia, tudo se resume à lei da oferta e da procura.

A arte, burocraticamente falando, é mais uma imagem carente de sentido que divulga um certo prestígio social e econômico, e menos um meio de conhecimento indispensável para o homem contemplar o mundo. Se a obra de arte é expressão de uma sociedade, testemunho de um tempo, de um estágio de conhecimento, renunciar à sua inteligibilidade é renunciar à história.

A política, por sua vez, apropriou-se da cultura e fez dela um verniz para animar ou dar um polimento ao discurso político. A arte perdeu sua inocência, ela agora é objeto do mercado, do Estado e de outras instituições que desconhecem seus mecanismos de produção e sua história. Se os partidos políticos que falam de cultura em seus programas de campanha querem fazer alguma coisa pela cultura, não deveriam fazer coisa alguma, e sim, devolverem aos intelectuais, aos artistas, a quem trabalha diretamente com a cultura, o poder de decisão e o comando do processo cultural. É preciso devolver à arte seu território perdido.

Quem atualmente exerce o poder sobre o destino dos bens culturais, trabalha, direta ou indiretamente para o mercado, ou é burocrata de carreira que pouco entende das linguagens artísticas e suas leituras. Acabam desprezando os seus valores à serviço do senso comum. Muitas instituições que lidam com a arte, sem recursos econômicos e sem um corpo técnico ligado à área, perderam a importância e a autonomia, quando não são agências de eventos irregulares sem um projeto definido. A mídia dominou a cultura e o artista deixou de lado a indagação da linguagem da arte, abandonou a solidão do atelier, para se tornar um personagem público do teatro social. E a proliferação de um produto designado como arte e do discurso estético, sem a arte, pode significar o desaparecimento da própria arte.

Almandrade,

Artista plástico, poeta e arquiteto



Veja mais:http://www.auladearte.com.br/galeria/almandrade2.htm#ixzz2eVFpVa1Q
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Links de Museus 


Abaixo os links de Museus do mundo todo:

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http://www.auladearte.com.br/org/museus_usa.htm#axzz2eVBi2DCl
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http://www.auladearte.com.br/org/museus_espanha.htm#axzz2eVBi2DCl
http://www.auladearte.com.br/org/museus_outros.htm#axzz2eVBi2DCl 


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Exposição Beatriz Milhazes – Meu Bem


Está em cartaz no Paço Imperial a exposição “Meu Bem” da artista Beatriz Milhazes. Após onze anos, Beatriz Milhazes volta a expor no Rio de Janeiro. Estarão lá 60 pinturas, gravuras e colagens, feitas entre 1989 e 2013, além de um móbile de nove metros de altura, produzido especialmente para o local. A artista de 53 anos, festeja sua primeira grande exposição na cidade desde 2002, quando ocupou o CCBB com 22 trabalhos. É a mostra que marca seus 30 anos de carreira, contados a partir da primeira exposição, em 1983. Mas é, principalmente, a maior panorâmica da artista.
Beatriz Milhazes
Beatriz Milhazes
O curador francês Frédéric Paul optou por uma mostra centrada na pintura, mas com um diálogo com a gravura e a colagem, que aos poucos foram introduzidas. Os trabalhos anteriores a 1989 ficaram de fora.
“Esse é o ano em que ela começa a usar a técnica do decalque. É nesse momento que algo muda em seu trabalho. Antes, fazia uma referência forte às artes decorativas, ao período histórico brasileiro, imperial, com rendas, bordados. Mas a partir de 1989 sua pintura se torna menos espontânea e mais distanciada. Ela parte para a abstração.” explica Frédéric Paul.
Basicamente cronológica, a exposição faz alguns saltos. Na abertura, Frédéric Paul pôs uma tela do ano-marco, “Me perdoa… te perdoo” (1989) ao lado de uma recém-saída do ateliê no Horto: “Lavanda” (2012/2013), para mostrar como a primeira “antecipa de forma espantosa a problemática” que vai percorrer mais tarde a obra da artista. Em outra sala, ele reuniu a pintura “O sonho de José” (2003/2004), a colagem “Ginger, candy” (2006) e a gravura “Havaí” (2003), as três com uso marcante do arabesco. Na última sala, a tela “Domingo” (2010) está ao lado de uma série de gravuras nas quais o curador identifica uma “tentação pela arte cinética”: listras e estrias de cores vibrantes revelam o desejo do movimento.
Em sua obra, Beatriz apresenta a intensa relação com a arte popular brasileira e o diálogo com segmentos de arte aplicada, entre eles o artesanato e o bordado, bem como uma proximidade com o barroco, a antropofagia e o tropicalismo brasileiros. São também aspectos centrais a organicidade das formas e o intenso jogo cromático, que estabelecem uma relação de complementaridade e contraste com uma estrutura compositiva cada vez mais rigorosa.
Beatriz Milhazes
Beatriz Milhazes
“Ela reivindica laços fortes com a modernidade europeia e está em pé de igualdade na cena contemporânea, na qual abala os códigos muitas vezes pouco sábios da abstração”, sintetiza o curador da mostra.
Se chama “Gamboa Seasons” sua primeira grande peça tridimensional, um móbile que nasceu de uma peça construída para o cenário do espetáculo de dançaTempos de Verão, de sua irmã Marcia Milhazes, que acabou adquirindo diferentes formatos até a última e derradeira versão de 7 metros de comprimento por 3 de altura, atualmente em Basel, na Suíça. Para o Paço Imperial, Beatriz concebeu um novo projeto: cinco móbiles, feitos com os mesmos elementos da obra anterior e que parecem saídos de suas telas para ocupar e dinamizar o espaço (flores, miçangas, contas e outros elementos decorativos). A artista explica que essas peças “estabelecem uma conversa com a pintura, têm essa conexão característica do meu trabalho com a arte popular”. 


Saiba mais sobre a artista: Beatriz Milhazes
Paço Imperial

O que: Exposição Beatriz Milhazes – Meu Bem
Onde: Paço Imperial – Praça XV de Novembro, 48 – Centro – Rio de Janeiro
Quando: De 29 de Agosto até 27 de Outubro de 2013. De terça a domingo das 12 às 18h.
Para mais informações: http://www.pacoimperial.com.br
Contato: (21) 2215-1622

domingo, 8 de setembro de 2013

"Na arte só uma coisa importa: aquilo que não se pode explicar." 

Georges Braque

Violino e Vaso - Georges Braque



segunda-feira, 2 de setembro de 2013


Homem no café, 1912 - Juan Gris

Juan Gris, pseudônimo de Juan José Victoriano González (1887 - 1927), foi um dos mais famosos e versáteis pintores e escultores cubistas espanhóis. Apesar de ter falecido jovem, Juan Gris representa o expoente máximo do cubismo sintético.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Juan_Gris
Acredita que não é uma fotografia?
Entre no link abaixo:
http://www.viralnova.com/realistic-paintings/

domingo, 25 de agosto de 2013




BIOGRAFIA

Sandra Cinto (Santo André SP 1968)

Escultora, desenhista, pintora, gravadora e professora.

Forma-se em Educação Artística nas Faculdades Integradas Teresa DÁvila - Fatea, em Santo André, em 1990. Atua no Laboratório de Estudos e Criação na Pinacoteca do Estado de São Paulo e no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC/USP. Em 2002 cria o troféu para o Prêmio Multicultural Estadão, realizado em São Paulo.
Exposições Individuais

1992 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Funarte. Galeria Macunaíma

1992 - São Paulo SP - Individual, Programa Anual de Exposições do Centro Cultural São Paulo, na Fundação Bienal

1992 - São Paulo SP - Individual, no CCSP

1993 - São Paulo SP - Individual, na Casa Triângulo

1994 - São Paulo SP - Individual, na Casa Triângulo

1997 - São Paulo SP - Individual, na Capela do Morumbi

1998 - São Paulo SP - Individual, na Casa Triângulo

1999 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Bonakdar Jancou Gallery

2001 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Tanya Bonakdar Gallery

2001 - São Paulo SP - Individual, na Casa Triângulo

2001 - São Paulo SP - Individual, no CCSP

2003 - Belo Horizonte MG - Individual, no MAP

2003 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP

2005 - São Paulo SP - O Retrato como Imagem do Mundo, no MAM/SP
Exposições Coletivas

1988 - São Paulo SP - 4º Salão Universitário de Artes Plásticas, na Faculdade Santa Marcelina - menção honrosa

1989 - São Paulo SP - Coletiva, no MAM/SP - 1º Prêmio Canson de Arte com Papel

1991 - Belo Horizonte MG - 23º Salão Nacional de Arte Contemporânea, no MAP

1991 - Campinas SP - Coletiva, no MACC

1991 - São Paulo SP - 23º Salão Nacional de Arte com Papel, no MAM/SP

1992 - Piracicaba SP - 24º Salão de Arte Contemporânea: Instalações, no Engenho Central

1992 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Macunaíma, na Funarte. Centro de Artes

1992 - São Paulo SP - Programa Anual de Exposições de Artes Plásticas, no CCSP

1993 - Santo André SP - Razão e Mistério, no Paço Municipal de Santo André

1993 - São Paulo SP - 2 x 365 = 4, na Fundação Mokiti Okada

1993 - São Paulo SP - Coletiva de Pintura, no Espaço Namour

1993 - São Paulo SP - Cristina Agostinho & Sandra Cinto, na Galeria Casa Triângulo

1994 - Santo André SP - Salão de Arte Contemporânea de Santo André - prêmio aquisição

1994 - São Paulo SP - Acervo 94, na Galeria Casa Triângulo

1994 - São Paulo SP - Imagem Não Virtual, na Galeria Casa Triângulo

1995 - São Bernardo do Campo SP - Salão de Arte Contemporânea de São Bernardo do Campo, no Espaço Henfil, prêmio aquisição

1995 - São Paulo SP - Amanhã, Hoje, no Salão Cultural da Faap

1996 - São Paulo SP - Ouro de Artista, na Casa Triângulo

1996 - São Paulo SP - Projeto Antarctica Artes com a Folha, no Pavilhão Manoel da Nóbrega

1997 - Belém PA - Sete Artistas Emergentes, na Galeria Theodoro Braga

1997 - Curitiba PR - A Arte Contemporânea da Gravura, no MuMA

1997 - Florianópolis SC - Salão de Arte Contemporânea Victor Meirelles, no Masc - prêmio aquisição

1997 - Madri (Espanha) - Arco 97

1997 - Santos SP - 10ª Bienal de Santos, no Centro Cultural Patrícia Galvão

1997 - São Paulo SP - Coletiva de Esculturas, na Galeria da Casa Triângulo

1997 - São Paulo SP - Fora de Registro, no MAB/Faap

1997 - São Paulo SP - Intervalos, no Paço das Artes

1997 - São Paulo SP - Mostra Comemorativa de Nove Anos da Galeria Casa Triângulo

1997- Salvador BA - 4º Salão da Bahia, no MAM/BA

1998 - Curitiba PR - Coletiva, no Memorial da Cidade de Curitiba

1998 - Rio de Janeiro RJ - Albano Afonso, Rosana Monnerat e Sandra Cinto, no Espaço Cultural dos Correios

1998 - São Paulo SP - 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1998 - São Paulo SP - A Linha, na Casa Galeria Triângulo

1998 - São Paulo SP - Fronteiras, no Itaú Cultural

1999 - Boston (Estados Unidos) - Contemporary Collect Collectors: 1900-1999, no The Institute of Contemporary Art

1999 - Curitiba PR - Inventário do Presente, na Galeria Casa da Imagem

1999 - Madri (Espanha) - Arco 99, no Parque Ferial Juan Carlos I

1999 - Porto Alegre RS - 2ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, na Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul

1999 - Rio de Janeiro RJ - EXTRA LARGE extra-small, no Espaço Cultural dos Correios

1999 - San Diego (Estados Unidos) - Contemporary Collectors, no Museum of Contemporary Art

1999 - São Paulo SP - Sob Medida: a figura na fotografia contemporânea, no Espaço Porto Seguro de Fotografia

1999 - São Paulo SP - Território Expandido, no Sesc Pompéia

2000 - Belo Horizonte MG - Investigações: São ou Não São Gravuras, no Itaú Cultural

2000 - Brasília DF - Investigações: São ou Não São Gravuras, na Galeria Itaú Cultural

2000 - Caxias do Sul RS - Mostra de Arte Contemporânea, na Universidade de Caxias do Sul

2000 - Curitiba PR - 12ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba. Marcas do Corpo, Dobras da Alma

2000 - Guadalajara (México) - Fotografia não Fotografia, no Museu de las Artes de la Universidade de Guadalajara

2000 - Guadalajara (México)- America Foto Latina: la fotografia en el arte contemporâneo, no Museo de Las Artes de La Universidad de Guadalajara

2000 - Madri (Espanha) - Armory Art Fair

2000 - Nova York (Estados Unidos) - Summer Group Exhibitions, na Paula Cooper Gallery

2000 - Paris (França) - Elysian Fields, no Centre Georges Pompidou

2000 - Paris (France) - Arts dans lê Monde, na Pont Alexandre III

2000 - Pontevedra (Espanha) - 26ª Bienal de Pontevedra, na Facultade de Ciencias Sociais

2000 - Porto (Portugal) - Coletiva, na Galeria Canvas

2000 - Rio de Janeiro RJ - A Imagem do Som de Gilberto Gil, no Paço Imperial

2000 - Rio de Janeiro RJ - Coleção Gilberto Chateaubriand: novas aquisições, no MAM/RJ

2000 - São Paulo SP - Desenho Contemporâneo Módulo I, no MAM/SP

2000 - São Paulo SP - Fim de Milênio: os anos 90, no MAM/SP

2000 - São Paulo SP - Obra Nova, no MAC/USP

2000 - São Paulo SP - Passagens, no Centro Universitário Maria Antonia

2000 - Valência (Espanha) - Mujeres de las dos Orilas, no Centre Valencià de Cultura Mediterrànea la Beneficència

2001 - Buenos Aires (Argentina) - Mostra do Redescobrimento: núcleo contemporâneo, no Museo de Arte Contemporáneo de Buenos Aires

2001 - Campinas SP - Deslocamentos do Eu: o auto-retrato digital e pré-digital na arte brasileira 1976 - 2001, no Itaú Cultural

2001 - Caracas (Venezuela) - 4ª Bienal do Barro de América

2001 - Madri (Espanha) - Arco 2001

2001 - Nova York (Estados Unidos) - Armory Art Fair

2001 - São Paulo SP - 4ª Bienal Barro de América, na Fundação Memorial da América Latina

2001 - São Paulo SP - Arco das Rosas: marchand como curador, na Casa das Rosas

2001 - São Paulo SP - Auto-Retrato, Espelho de Artista, no Centro Cultural Fiesp

2001 - São Paulo SP - Fotografia/Não Fotografia, no MAM/SP

2001 - São Paulo SP - Museu de Arte Brasileira: 40 anos, MAB/Faap

2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural

2001 - Washington (Estados Unidos) - Virgin Territory: women, gender,history in contemporary brazilian art, no National Museum of Women in the Arts

2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial

2002 - Rio de Janeiro RJ - Sandra Cinto, José Rufino, no Espaço Cultural Sérgio Porto

2002 - São Paulo SP - Albano Afonso, Ricardo Carioba, Sandra Cinto, Laura Lima, Rubens Mano, Mário Ramiro, Mauro Restiffe, Márcia Xavier, na Galeria Casa Triângulo

2002 - São Paulo SP - Fotografias no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, no MAM/SP

2002 - São Paulo SP - Insólitos, no MAM/SP

2002 - São Paulo SP - Nefelibatas, no MAM/SP

2002 - São Paulo SP - Paralela, no galpão localizado na Avenida Matarazzo, 530

2003 - Iowa City (Estados Unidos) - Layers of Brazilian Art, na Faulconer Gallery

2003 - São Paulo SP - A Subversão dos Meios, no Itaú Cultural

2003 - São Paulo SP - Casa Triângulo, na Casa Triângulo

2003 - São Paulo SP - Metacorpos, no Paço das Artes

2003 - São Paulo SP - Meus Amigos, no MAM/SP

2003 - São Paulo SP - Ordenação e Vertigem, no CCBB

2004 - Rio de Janeiro RJ - Novas Aquisições 2003: Coleção Gilberto Chateubriand , no MAM/RJ

2004 - São Paulo SP - A Foto Dissolvida, no Sesc Pompéia

2004 - São Paulo SP - Arte Contemporânea no Acervo Municipal, no CCSP

2004 - São Paulo SP - Novas Aquisições: 1995 - 2003, no MAB/Faap

2004 - São Paulo SP - Fotografia e Escultura no Acervo do MAM - 1995 a 2004, no MAM/SP




Sandra Cinto - Instalação "Construção", 2006,
desenhos sobre papéis tingidos


Sandra Cinto - Untitled, 2010, 320cm x 250cm x 4cm