domingo, 6 de outubro de 2013

O Teatro em Santo André

A História do Teatro no Grande ABC


Imagens e Narrativas do Teatro no ABC Paulista de 1950 a 1980 Partes 1 a 5





 

As Escolas de Teatro de Santo André

Valorizando aquilo que é nosso e divulgando cursos...

  • Escola Livre de Teatro


 

A Escola Livre de Teatro de Santo André (São Paulo), mais conhecida como ELT, foi criada em 1990 na primeira gestão do prefeito Celso Daniel na cidade. Hoje a ELT é uma referência na formação teatral internacionalmente reconhecida pelo seu método inovador e pioneiro de trabalho, embasado na pedagogia da autonomia, na gestão coletiva e no processo de criação colaborativo, questões estas que influenciaram diretamente no modo de trabalho dos grupos de teatro paulista, conhecido como “Teatro de Grupo”. A ELT serve de exemplo para várias outras escolas livres que se criaram no país a partir da sua experiência.

http://escolalivredeteatro.blogspot.com.br/ 


  • Cia do Nó



A Cia do Nó de Teatro é uma OSCIP, situada em Santo André, que trabalha desde 1999 para garantir pleno acesso à cultura na região do Grande ABC. O Nó desenvolve três projetos com esse fim.

Pesquisa Teatral: Desenvolvemos espetáculos que circulam na região do Grande ABC e em outros estados brasileiros.

Escola de Teatro Cia. do Nó: São oferecidas 120 vagas anuais a baixo custo financeiro para crianças, jovens e adultos. Nas aulas são abordados ferramentas teatrais e o desenvolvimento do aluno como cidadão.

Difusão Cultural: Nosso teatro sede está aberto para receber grupos e/ou pessoas que queiram compartilhar suas idéias e seus trabalhos.



  • Escola Nacional de Teatro (E.N.T.)


A Escola Nacional de Teatro atua no mercado há 20 anos, tempo esse que lhe proporcionou experiência que possibilita unir conteúdos pedagógicos e artísticos com extrema qualidade, tornando-se assim, a primeira e única Escola Técnica para preparação de atores em Santo André. Essa experiência e o permanente acompanhamento das tendências do cenário artístico nos possibilitam identificar necessidades dos nossos alunos e mantê-los sempre atualizados.

O constante aperfeiçoamento do nosso processo de ensino passa pela cuidadosa seleção dos profissionais que integram nossa equipe, trazemos de SP para Santo André os melhores professores, levando em conta sua formação acadêmica (licenciados, bacharéis, pós graduados e mestres) e atuação prática na área.

A busca pela excelência na prestação dos nossos serviços educacionais vai desde o cuidado de conhecer individualmente cada um de nossos alunos, mantendo a relação direta entre todos os participantes da comunidade escolar, até o constante questionamento do que ainda pode ser feito por nossos alunos. Pensando sempre em como podemos contribuir mais para a formação pessoal e profissional destes que são parte fundamental da nossa existência.

Nossa escola transcende a função de preparar artisticamente agregando também a função de preparar para vida, a preocupação com o “humano” é uma das nossas qualidades, somos agentes transformadores através da arte do teatro e do relacionamento humano. Essa característica proporciona à E.N.T um ambiente acolhedor e divertido.

Os alunos da E.N.T sabem que nossa escola não se limita à função de ministrar aulas, nossa equipe é preparada para desenvolver as mais variadas atividades extracurriculares que propiciem aos nossos alunos a oportunidade de exercer praticamente os conteúdos adquiridos em aula, se preparem para o mercado profissional, e realizar a experimentação artística. Nessa linha já desenvolvemos a “Feira Cênica”, o “Festival Interno de Cenas Curtas”, o “Torneio de Cenas Curtas”, a “Mostra Experimentos de Cenas Curtas” e o “Projeto Cena Aberta”.

A E.N.T esta sempre disponibilizando os melhores recursos para contribuir com a vida e a realização dos sonhos dos nossos alunos.

Saiba mais sobre música com cursos online gratuitos

Veduca e Coursera disponibilizam material

Um dos cursos do Coursera é o “The Music of The Beatles”, que aborda a trajetória da banda inglesa


Pessoas interessadas em aprimorar seus conhecimentos sobre música podem contar com recursos gratuitos da internet para estudarem o assunto. No Brasil, o Veduca disponibiliza vídeo-aulas sobre diversos gêneros, assim como o estrangeiro Coursera.

No site do Veduca, é possível encontrar cursos como “Música e Política”, “Instrumentos Musicais, Cavidades Sonoras e Modos Normais”, “Direito Autoral Aplicado à Música”, entre outros.

O site Coursera disponibiliza cursos em inglês, ligados a universidades de renome, com diversos assuntos que vão de produção a história da música.

Um dos destaques é o curso “The Music of The Beatles”, oferecido em parceria com a University of Rochester. As aulas abordam a trajetória da banda inglesa em seis semanas.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

COLAGEM - Do princípio à Colagem Pop

Colagem (Definição)

Colagem é a composição feita a partir do uso de matérias de diversas texturas, ou não, superpostas ou colocadas lado a lado, na criação de um motivo ou imagem. Foi utilizada por Picasso e Georges Braque, entre outros. Ela é uma técnica não muito antiga, criativa e bem divertida, que tem por procedimento juntar numa mesma imagem outras imagens de origens diferentes.
Prato de Frutas, As de Paus
Georges Braque (1913)


Natureza-morta com cadeira de palha
Pablo Picasso (1912)
A colagem já era conhecida antes do Século XX, mas era considerada uma brincadeira de crianças. O cubismo foi o primeiro movimento artístico a utilizar colagem. Os cubistas colavam pedaços de jornal ou impressos em suas pinturas. A colagem como procedimento técnico tem uma história antiga, mas sua incorporação na arte do século XX, com o cubismo, representa um ponto de inflexão na medida em que liberta o artista do jugo da superfície. Ao abrigar no espaço do quadro elementos retirados da realidade - pedaços de jornal e papéis de todo tipo, tecido, madeira, objeto e outros -, a pintura passa a ser concebida como construção sobre um suporte, o que dificulta o estabelecimento de fronteiras rígidas entre pintura e escultura.



Precedentes

Técnicas de colagem foram utilizados pela primeira vez na época da invenção do papel na China, cerca de 200aC. A utilização da colagem, no entanto, manteve-se muito limitada, até o século 10 no Japão , quando calígrafos começou a aplicar o papel colado, com textos sobre superfícies, ao escrever seus poemas.



A técnica de colagem apareceu na Europa medieval, durante o século XIII. Folha de ouro painéis começou a ser aplicado em catedrais góticas em torno do séculos XV e XVI. Gemas e outros metais preciosos foram aplicados a imagens religiosas, ícones, e também, brasões de armas.



No século 19, os métodos de colagem também foram utilizados entre colecionadores de memorabília (isto é, aplicado a álbuns de fotos) e livros (isto é, de Hans Christian Andersen , Carl Spitzweg). 

Memorabília
MATISSE - GUACHES RECORTADOS





Parece irônico falar de Matisse, apelidado o mestre da cor, mostrando uma fotografia a preto e branco. Durante toda a sua vida o pintor dedicou todos os seus esforços a trabalhar a cor - eu sinto através da cor, terá dito. Descobriu esta sua vocação quando lhe ofereceram uma caixa de cores para se entreter durante a convalescença de uma operação ao apêndice, tinha então 20 anos. Na época de convulsões e temores que atravessou, paradoxalmente pintou a alegria, a beleza e a harmonia. Ao longo de anos captou estes temas no papel através do desenho que depois preenchia com cores lisas e vibrantes.

Em 1941 é-lhe diagnosticada uma doença incurável que o vai incapacitar cada vez mais para a pintura, ele que riscava diretamente nos grandes espaços com o pincel! Matisse não se conforma com a sua incapacidade. Descobre então um novo meio de expressão ao seu alcance: o recorte. Nas suas mãos, a tesoura desenha linhas ondulantes em papeis previamente coloridos com guache. O artista prescinde do desenho e desenha diretamente na cor. O resultado é surpreendente... Frequentemente deitado ou numa cadeira de rodas, o velho doente arranjou uma maneira de contrariar o destino e, ainda assim, atingir o ápice da sua carreira - a síntese das sínteses!

Divertimento de um velho paralítico, crepúsculo de um Deus, frivolidades infantis... que interessa? As formas recortadas de Matisse são diferentes de tudo o que até então se vira. Não são as colagens cubistas, o vocabulário abstrato de Kandinsky nem os signos biomórficos de Jean Arp. São um constante regresso à infância, como disse Baudelaire sobre o Gênio. Em 1947 publica uma coletânea destes trabalhos a que chama sintomaticamente "Jazz - improvisos cromáticos e cadenciados". Improvisos semelhantes aos que executaria Charlie Parker no saxofone...

A tristeza do rei (1952) terá sido a sua última realização, o adeus à vida, às coisas do mundo que o rodeia e a tudo o que lhe era querido, reunindo tudo nesta obra derradeira como que para se fazer enterrar com ela, à maneira dos faraós do antigo Egipto. O rei, vestido de negro com uma viola na mão, seria o próprio Matisse.

O Tobogã - (1943)


O Palhaço (1943)

 
A Lagoa (1944)

 
Nu Azul (1952)

Tristeza do Rei (1952)


Colagem dadaísta

Os cubistas foram os primeiros a usar a colagem como arte, mas foram os dadaístas que subverteram a ordem da leitura e bom senso utilizando a colagem como protesto contra qualquer forma de regras. A idéia é colar qualquer coisa de qualquer maneira, mas olhando bem, parece que tinham senso estético, por mais que negassem.










Colagem Surrealista

As colagens e assemblages constituem mais uma expressão caraterística da lógica de produção surrealista, ancorada na ideia de acaso e de escolha aleatória, princípio central de criação para os dadaístas. A célebre frase de Lautréamont é tomada como inspiração forte: '"Belo como o encontro casual entre uma máquina de costura e um guarda-chuva numa mesa de dissecção". A sugestão do escritor se faz notar na justaposição de objetos desconexos e nas associações à primeira vista impossíveis, que particularizam as colagens e objetos surrealistas. Que dizer de um ferro de passar cheio de pregos, de uma xícara de chá coberta de peles ou de uma bola suspensa por corda de violino? Dalí radicaliza a idéia de libertação dos instintos e impulsos contra qualquer controle racional pela defesa do método da "paranóia crítica", forma de tornar o delírio um mecanismo produtivo, criador. A crítica cultural empreendida pelos surrealistas, baseada nas articulações arte/inconsciente e arte/política, deixa entrever sua ambição revolucionária e subversiva, amparada na psicanálise - contra a repressão dos instintos - e na idéia de revolução oriunda do marxismo (contra a dominação burguesa). As relações controversas do grupo com a política aparecem na adesão de alguns ao trotskismo (Breton, por exemplo) e nas posições reacionárias de outros, como Dalí.


Colagens do alemão Max Ernst
(da Série de Colagens Surrealistas)













 

Colagem Surrealista - 2014



Cores, consumo, colagens: Pop Art
A Pop Art (termo criado por Lawrence Alloway, para designar os produtos da cultura popular) tem raízes do Dadaísmo (ainda não fiz um post sobre esse movimento, mas logo farei), e teve seu início no final da década de 1950. Alguns artistas dessa época começaram a estudar símbolos e produtos do mundo da propaganda e começaram a utilizar estes elementos como tema de suas obras. “Com o objetivo da crítica irônica do bombardeamento da sociedade pelos objetos de consumo, ela operava com signos estéticos massificados da publicidade, quadrinhos, ilustrações e designam, usando como materiais principais, tinta acrílica, ilustrações e designs, usando como materiais, usando como materiais principais, tinta acrílica, poliéster, látex, produtos com cores intensas, brilhantes e vibrantes, reproduzindo objetos do cotidiano em tamanho consideravelmente grande, transformando o real em hiper-real. Mas ao mesmo tempo que produzia a crítica, a Pop Art se apoiava e necessitava dos objetivos de consumo, nos quais se inspirava e muitas vezes o próprio aumento do consumo, como aconteceu por exemplo, com as Sopas Campbell, de Andy Warhol, um dos principais artistas da Pop Art. Além disso, muito do que era considerado brega, virou moda, e já que tanto o gosto, como a arte tem um determinado valor e significado conforme o contexto histórico em que se realiza, a Pop Art proporcionou a transformação do que era considerado vulgar, em refinado, e aproximou a arte das massas, desmitificando, já que se utilizava de objetos próprios delas, a arte para poucos.” 



“Just What Was It That Made Yesterday’s Homes So Different, So Appealing?”

(Richard Hamilton)


Capa de Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band
(Peter Blake)
Das colagens da Pop Art surgiu a ideia de trabalhar com meus alunos essa técnica utilizando recortes de revista sobre papel canson A4. Saíram trabalhos lindos! Aqui duas amostras de minha autoria. Publicarei os trabalhos dos alunos em breve.
Colagem Pop - Adriana - 2013


Fotomontagem Pop (tamanho A3) - 2013


terça-feira, 1 de outubro de 2013

"A Vinha Vermelha - Vincent Van Gogh"


Pintado em 1888, o quadro «A Vinha Vermelha», de Van Gogh foi exposto, no ano seguinte, no Salão de Bruxelas, encontrando prontamente um comprador. Foi a única obra que Van Gogh conseguiu vender.


Em 1890, um ano após, o pintor foi aos campos de trigo sob o pretexto de matar gralhas que danificavam a plantação e atirou contra si mesmo, vindo a falecer, aos 37 anos. Se tivesse vivido mais três décadas (e tinha saúde suficiente para isso), veria o reconhecimento de sua obra, que passou a ser disputada, após o surgimento do Expressionismo.

Biografia

Um dos pintores mais conhecidos do grande público na atualidade, Van Gogh morreu praticamente no anonimato, depois de uma vida atormentada que o levaria ao isolamento e finalmente ao suicídio. Sua arte exerceu poderosa influência sobre a estética expressionista, que marca grande parte da arte moderna, e sobre toda a pintura posterior.

Vincent van Gogh nasceu em Zundert, Países Baixos, em 30 de março de 1853, filho de um pastor calvinista. Tendo mostrado talento precoce para o desenho, entre 1873 e 1876 trabalhou na galeria de arte Goupil, em Haia, e foi enviado às sucursais da galeria em Londres e Paris, mas seu anseio por paz espiritual levou-o a buscar novos caminhos.

Durante um período, Van Gogh exerceu atividades ocasionais e recebeu rápida formação teológica. Em 1879 fixou-se como missionário na região mineira de Borinage, Bélgica, onde viveu em extrema pobreza. O contato com a miséria dos trabalhadores provocou sua primeira grande crise espiritual, acompanhada da perda da fé, e no mesmo ano foi expulso da missão.

O fracasso dessa tentativa apostólica constituiu um momento crucial na vida de Van Gogh, que encontrou sua vocação e começou a desenhar. Decidido a dedicar a pintura à exaltação e ao consolo dos humildes, viajou durante os anos seguintes por cidades belgas e holandesas para aperfeiçoar sua formação, mediante o estudo da obra dos clássicos e as técnicas da estampa japonesa.

Ao mesmo tempo, realizava numerosos desenhos e pinturas a óleo caracterizadas pelas tonalidades escuras e o predomínio da linha, como em "Os comedores de batatas" (1885; Museu Stedelijk), quadro que apresenta os camponeses como terrivelmente degenerados.

Em 1886, o pintor mudou-se para Paris a fim de reunir-se ao irmão mais moço Theo, que durante toda a vida lhe ofereceu apoio econômico e moral. Nesse período fez amizade com pintores excepcionais como Gauguin, Toulouse-Lautrec e Seurat, que forjavam a nova estética pós-impressionista.

A influência desses artistas e a crescente admiração do pintor holandês pela criatividade da arte oriental estimularam-no a desenvolver um estilo pessoal e espontâneo.

Levado por desejo incontido de conhecer o sul da Europa, Van Gogh mudou-se para a Provença, fixando-se em fevereiro de 1888 na localidade de Arles, onde viveu a última etapa de sua vida. Ali, em miséria absoluta, pintou febrilmente.

Durante algum tempo viveu em companhia de Gauguin, mas os dois artistas brigavam com veemência. Numa dessas disputas, Van Gogh tentou ferir o amigo; depois, como forma de autopunição, o pintor amputou parcialmente uma orelha e a enviou a Gauguin. Esse foi o primeiro sintoma da enfermidade mental que atormentou Van Gogh até a morte. O fim dessa fase é mostrada no "Auto-retrato com cachimbo e orelha enfaixada" (1889).

A maturidade de sua arte foi registrada numa série de obras em que o cromatismo e a luminosidade fundiam a representação da natureza com a expressão subjetiva dos sentimentos, como em "Vista de Arles" (1888), "Ponte em Arles" (1888), as várias versões de "Os girassóis".

Internado no hospital de Saint-Rémy-de-Provence, Van Gogh sofreu várias crises e, nos momentos de lucidez, tentou dotar sua pintura de maior serenidade. Oprimido pelo confinamento, a solidão e a saudade da pátria, o pintor abandonou o sanatório em maio de 1890 e, após uma breve visita ao irmão, estabeleceu-se em Auvers-sur-Oise, sob os cuidados do doutor Paul-Ferdinand Gachet.

Em seus últimos meses de vida, o estilo do pintor voltou a apresentar energia compulsiva, com formas retorcidas e ondulantes -- "A igreja de Auvers" (1890), "Campo de trigo com corvos" (1890) -- que refletiam crescente desespero.

Convencido de que nunca recobraria a lucidez, Van Gogh disparou um tiro na fronte e morreu em 29 de julho de 1890, após dois dias de agonia, em Auvers-sur-Oise, perto de Paris. Ao morrer, havia vendido um único quadro e sua fama data dos primeiros anos do século XX.

©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.

Dos muros para as grades, o graffiti que só pode ser visto de determinado ângulo


A dupla de grafiteiros de codinome Zebrating rompe os limites do graffiti ao pintar grades da cidade. As obras são desenhadas em partes nas barras e só é possível vê-las de determinado ângulo.
Confira galeria e veja o vídeo da ação dos grafiteiros.Os artistas são de Manheim, Alemanha, e têm viajado o mundo mostrando a sua arte em grades e trilhos da cidade.

Link com galeria de fotos:

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

50 museus virtuais para você visitar




MUSEU D’ORSAY



Fundado em 1986 em edifício que originalmente serviu como estação de trem -- erguida para a Exposição Universal de 1900 --, o Museu d’ Orsay reúne trabalhos produzidos no período entre 1848 e 1914. Não por acaso esta foi uma das fases mais criativas e inovadoras da história, tanto do ponto de vista artístico como no campo da filosofia e das ideias, que influenciaram fortemente as obras da época.
Trazidas de outros três centros artísticos – incluindo o Louvre –, figuram no acervo do Orsay pinturas, esculturas e fotografias feitas por mestres do impressionismo, pós-impressionismo e realismo. Estão aqui trabalhos de Monet e Manet, Degas, Matisse, Cézanne, entre outros mestres.
DESTAQUES
- Olympia, pintura de Edouard Manet
- Le déjeuner sur l'herbe, pintura de Edouard Manet
- La méridienne, pintura de Vincent van Gogh
- Noite Estrelada Sobre o Ródano, pintura de Vincent van Gogh
- Bal du moulin de la Galette, pintura de Pierre-Auguste Renoir

INFORMAÇÕES

Horário de funcionamento:
Aberto diariamente 9h30/18h, 5as. (9h30/21h45)
Formas de pagamento:
€ 9 (adultos), € 6.50 (jovens entre 16 e 25 anos, entradas após as 16h30 - com exceção às quintas - e noites de quinta, a partir das 18h). Grátis (primeiro domingo de cada mês e menores de 18 anos). €14 (ingresso combinado d'Orsay e Orangerie)
Links: